O conceito "Web 2.0" começou a ser definido em meio a uma sessão de brainstorming entre O'Reilly e a MediaLive International. Novas aplicações interessantes e sites surgindo com surpreendente regularidade os fez concluir que a web estava assumindo um papel mais importante do que nunca antes houvera alcançado, diferentemente do que muitos apontavam sobre a decadência da rede mundial.
O senso de Web 2.0 foi inicialmente formulado como mostra a seguir:
E essa lista foi crescendo.Mas o que exatamente diferencia uma aplicação "Web 1.0" e uma "Web 2.0"? Essa questão é na verdade difícil porque há muitos exemplos de aplicações e startups que tentam se encaixar no modelo Web 2.0 muitas vezes meramente para usar o termo como marketing, e definitivamente não se encaixam, enquanto que há bons exemplos que podemos identificar como Web 2.0, como o antigo Napster e o BitTorrent que nem se quer são aplicações web na acepção do termo.
Os conceitos e princípios da chamada Web 2.0 não têm uma fronteira rígida, mas sim um núcleo gravitacional. Esses princípios e práticas associadas, que discutimos no ultimo encontro em sala, podem ser bem visualizados na figura abaixo:

- Serviços, não software empacotado, com escalabilidade rentável
- Controle sobre as fontes de dados que ficam mais ricas a medida que mais pessoas estão envolvidas
- Confiar os usuários como co-desenvolvedo
res - Aproveitar a inteligência coletiva
- Aproveitar a "cauda longa" através do auto-atendiment
o dos clientes - Software acima do nível de um único dispositivo
- Interfaces leves, modelos de desenvolvimento e modelos de negócios
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